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Mostrando postagens com o rótulo peritonite

Edema renal subcapsular em um gato

Os gatos parecem ter uma tendência particular de desenvolvimento de linfomas de origens diversas. Uma das características imaginológicas mais características de linfoma renal é o edema subcapsular, como observado nessas figuras. Se acompanhada de espessamento concêntrico da camada cortical, é possível também observar alterações bioquímicas como aumento da uréia e da creatinina comuns na insuficiência renal. Outra doença que também produz esse sinal é a peritonite infecciosa felina. A PIF normalmente é acompanhada de aumento das proteínas totais e frações, particularmente da globulina. Doenças virais como a FIV (Feline Immunodeficiency Virus) e a FelV (Feline Leuchemia Virus) e até certas doenças endócrinas como o hiperadrenocorticismo podem causar edema renal subcapsular, porém em casos isolados e menos frequentemente observados.

Suspeita de PIF e cistos renais em um felino

A peritonite infecciosa felina (PIF) é uma doença silenciosa e fatal causada por uma mutação do coronavírus causador da infecção intestinal em gatos. Seu período de incubação é de aproximadamente dois meses e os principais sintomas são bastante inespecíficos como apatia, hiporexia, prostração, inapetência, êmese, diarréia e picos febris, além de sintomas respiratórios bastante similares aqueles vistos no complexo respiratório felino. Alguns animais podem apresentar icterícia passageira acompanhada de sintomas renais. Nem todos os pacientes terão a forma efusiva da doença, apresentando aquilo que é chamado de peritonite seca.  As imagens mostram uma grande quantidade de líquido livre no abdômen e a presença de cistos renais. Cistos renais e edema subcapsular podem ser observados em pacientes com PIF, bem como em pacientes com linfoma - tratando-se de felinos - daí recomenda-se a coleta do líquido encontrado na cavidade e posterior análise laboratorial do mesmo. Um indicativo mac...

Diversas alterações pós-cirúrgicas em um felino

Esse paciente havia passado por diversas situações fora do comum, sendo que uma delas culminou em sua queda de uma altura elevada e no conseqüente rompimento da sua bexiga urinária. Após a colocação de uma sonda extra-uretral e sua mal-sucedida remoção por parte do próprio paciente, ele foi encaminhado ao ultrassom para a verificação da presença de líquido livre no abdômen. Não havia líquido livre, porém, o que se observa são sinais bastante severos de inflamação em todo peritônio e omento, como pode-se observar nas duas últimas imagens; a dificuldade de visualização da própria bexiga, bastante fibrosada e com conteúdo pouco anecóico que mais tarde constatou tratar-se de um coágulo de tamanho significativo. Observe também que o subcutâneo apresentava diferentes graus de edemaciação, devido à manipulação.